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Polícia descarta sabotagem em acidente que matou ministro do STF relator da Lava Jato

FOTO: © Divulgação/Wikimedia Commons

Polícia descarta sabotagem em acidente que matou ministro do STF relator da Lava Jato

A Polícia Federal descartou a hipótese de sabotagem na queda do avião do então ministro do STF Teori Zavaski há quase um ano. Perícia realizada pelo Grupo de Bombas e Explosivos da PF não encontrou sinais de produtos químicos, explosão ou incêndio interno.

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De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, os peritos também não encontraram indícios de deformação na fuselagem que indicassem alguma explosão dentro da aeronave.

Teori morreu em 19 de janeiro do ano passado, a dias de protocolar o lote de delações da Odebrecht que comprometiam boa parte da classe política nacional brasileira. O ministro viajava a passeio durante recesso do Supremo quando o avião em que estava caiu no mar próximo à pista de pouso de Paraty, no Rio de Janeiro.

À época, a possibilidade de "queima de arquivo" foi aventada pelo próprio filho de Teori, Francisco Zavascki. Em um longo texto no Facebook após o acidente, Francisco questionava: "Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar o silêncio alheio ou derrubar avião também está valendo?". O post foi apagado, mas rapidamente viralizou nas redes sociais.

Nesta semana, ele voltou a dar entrevista ao UOL e a dias do aniversário de morte do pai, voltou a afirmar que não descartava a possibilidade de homicídio.

"Acho que se justificam as ilações de que também possa ter havido homicídio, já que eram tantas as coincidências e já que o momento era tão propício…", afirmou.

Teori Zavascki foi substituído no STF pelo ministro Alexandre de Moraes, que antes ocupava o comando do Ministério da Justiça da gestão Temer e foi secretário de Estado de Segurança Pública de São Paulo durante o governo de Geraldo Alkimin.

FONTE: SPUTNIK BRASIL
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